É só clicarem na imagem para serem direcionados a página para baixar o livro ou o poderem ler no próprio computador.
Se não conseguirem pela imagem, esse é o link:
https://docs.google.com/file/d/0B7JYpiaR5blpSlViQTVrQ1pMM1E/edit
Sinopse:
"A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o
escritor Rodrigo S.M. (um alter-ego de Clarice Lispector), de um modo
que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que
mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida
de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece
um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de
Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com
Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória
e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por
convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é
feita a vida de um ser humano."
Um pouco mais sobre o livro:
* Fiz uma breve pesquisa sobre o livro e cheguei a conclusão que sabendo isso facilitará em muito a todos os alunos poderem interpretar o livro.
Esses trechos foram tirados de sites educacionais que não foram passados pela professora, mas uma ajuda a mais não prejudica ninguém.
Esta metanarrativa prossegue até a exaustão, e retorna aqui e ali ao longo da história, interrompendo e às vezes até mesmo suspendendo o fluxo narrativo. Em “A Hora da Estrela”, o monólogo interior clariceano transporta-se para a alma do narrador, que aqui não coincide explicitamente com a protagonista, e muitas vezes se transforma em diálogo claro com quem o lê. Cada aspecto da história é discutido com os futuros leitores da obra, desde sua verossimilhança até o tempo espaço em que a narrativa se ambientará."
"Em nome de todas as Macabéas, o narrador, alter ego de Clarice, procura a verdade, as respostas, o sentido de ser, a vida na morte e a morte na existência, o grande encontro consigo, que a protagonista só atinge quando não há mais retorno. A estrela emerge quando finalmente compreende aquilo que não pôde alcançar ao longo de sua trajetória existencial. Só então ela se torna brilho e fulgura como sempre desejou. Então Clarice, através do narrador, se funde a sua protagonista, mas ainda assim não se completa, e retorna avidamente ao quase de cada ser vivente. Neste momento, “viver é luxo”. Morrer é uma lembrança. E uma reflexão de Clarice, ciente de sua doença terminal, consciente do seu destino irreversível"




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